As escolhas não impedem o ciclo da vida. As mortes não se abalam com os nascimentos, e estes continuam obstinadamente, como que contrariando o fluxo que insiste em ruir e parecer ruim. Mas ainda hoje se nasce. E se morre. Segundo teóricos, morre-se menos que antigamente, mas ainda nos dias cinza não deixo de achar que a morte paira como que marcando presença para não nos esquecermos dela. E a vida chega, teimosa como de costume. E continuamos onde estamos, porque não sabemos ser muito senão nós mesmos, nessa intensidade solitária que nos espreme entre um caminho calmo e outro, que talvez nos dê a resposta de todos os tempos.
Um comentário:
a melhro resposta é aquela que acontece naturalmente... viver em busca dela cansa. só uma coisa é certa: o fim é inevitável.
bjs, menina fê*
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