Consumiam-se em desesperos internos e compartilhados. A dor era a mesma. Inexplicável e sem causa definida. Mas doía. E, como se previssem o futuro iniciado pelo erro da noite anterior, corrigiram-se o quanto antes, sufocando os medos num abraço mudo em um dia em que nada mais importava a não ser estar junto sem nomenclaturas para distorcer a perfeição do silêncio.
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