Plam, plam, plam.
Um barulho seco ecoava pelo vão entre os prédios e entrava de janela em janela, causando um alvoroço tremendo. Cada um, a sua maneira, protestava contra o martelar incessante do oitavo andar. Eu botei uma música, a maioria fechou as janelas (ou estariam fora trabalhando?) e havia outros que devolviam o estardalhaço com marretas e furadeiras. Atitude incompreensível. Transformou-se numa sinfonia caótica, retumbando no centro da cidade.
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