domingo, 8 de novembro de 2009

de quando eu me senti a mais idiota das criaturas

sentada no banco da igreja, desejou imensamente acreditar em algo que lhe desse força.
pena que a fé nunca foi uma virtude.
ainda assim, insistiu em olhar para as imagens e pedir que lhe levassem o coração embora, porque esse, ela não queria mais.
achou que tudo aquilo era a tão famosa paixão, que os amigos diziam sentir.
se fosse, que não sentisse mais, porque não é justo doer tanto.
engoliu um choro falso e levantou.

passou um dia, outro e outro.
em silêncio eles concordaram com o segredo.
I will lie for you

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